Conheça os principais desafios da liderança na atualidade

Competitividade crescente, conflitos entre gerações e, consequentemente, os duelos de egos. Definitivamente, a liderança na atualidade tem lá seus desafios — que as organizações devem superar para garantir a harmonia das equipes.

Nesse sentido, além da proatividade e do interesse no desenvolvimento do time, é preciso estar antenado para extrair o máximo do potencial dos colaboradores. Assim, a empresa será capaz de cultivar e reter talentos, bem como de manter os profissionais motivados.

Afinal, quais são os principais desafios na liderança organizacional? Quais problemas merecem atenção para que os líderes conquistem os resultados esperados? Se essas são as suas dúvidas, então veio ao lugar certo, pois no post de hoje vamos responder a cada uma delas e mostrar tudo o que você precisa saber para enfrentar os obstáculos. Confira!

1. Gestão de tempo

O assunto gestão de tempo está cada vez mais na pauta das organizações. O motivo é muito simples: hoje, são inúmeras as distrações disponíveis para os colaboradores, muito por conta do advento da internet e da necessidade do seu uso durante o trabalho. Por sinal, existem discussões, inclusive, sobre se a utilização de mídias sociais durante o horário de expediente faz bem ou mal para a produtividade.

De uma forma ou de outra, o fato é que a gestão de tempo deve ser tratada como uma das prioridades na organização. Trabalhar com pausas estratégicas, utilizar a tecnologia para agilizar processos internos e desenvolver métodos de gestão do tempo eficientes — como o kanban, por exemplo — podem ser excelentes maneiras para contornar o problema.

2. Administração de conflitos

Como vimos brevemente na introdução, um dos maiores problemas enfrentados pelas lideranças atualmente é o conflito entre gerações. Se pensarmos bem, a tecnologia promoveu uma aceleração no surgimento de novas “gerações”. Com isso, as gerações X, Y e Z, e até mesmo os baby boomers, passaram a compartilhar o mesmo local de trabalho.

É claro que, com tanta variedade de culturas, os conflitos passam a ser uma constante no ambiente de trabalho. É fundamental que o líder se mostre presente e aja como um verdadeiro gestor de pessoas — e não apenas um gestor de processos. Ele precisa atuar em conjunto com as equipes para que todos o enxerguem como uma referência. Com isso, é possível reduzir conflitos, pois o senso de unidade aumenta.

3. Diferenças entre gerações

Além da gestão de conflitos, a própria condução das equipes deve considerar as diferenças entre gerações. Isso porque as particularidades dos profissionais podem se traduzir em desejos e necessidades específicas e, portanto, exigir ajustes no estilo de liderança.

Basta imaginar que um mesmo time pode conter indivíduos que já nasceram no mundo da internet, outros tantos que viveram o auge dos televisores e um terceiro grupo que cresceu ouvindo rádio. É natural que existam diferentes pontos de vista.

Uma dica importante é utilizar um sistema de incentivos flexível, ou seja, em que os benefícios estão aptos a motivar diferentes grupos. Por exemplo, como cada pessoa vivencia as atividades a seu modo, uma viagem atenderá às demandas de diferentes gerações.

4. Gestão de pessoas

Nos últimos anos, a gestão de pessoas e os recursos humanos alcançaram o status de áreas estratégicas. Consequentemente, a liderança na atualidade deve entender esses setores como indispensáveis para a concretização das metas da organização.

Isso passa, entre outras coisas, por facilitar o desenvolvimento de competências e por fixar incentivos adequados para gerar motivação e engajamento nas equipes. Só assim os resultados almejados serão obtidos.

Lembre-se, nesse sentido, de construir uma gestão humanizada, ou seja, capaz de compreender interesses, necessidades, limites, sonhos e objetivos dos membros das equipes.

5. Implementação de mudanças

Seja para corrigir ou aprimorar, as mudanças naturalmente enfrentam resistência em equipes. Afinal, transformar significa afetar o status quo, os hábitos e os costumes estabelecidos.

Ocorre que, na Era Digital, as inovações são rápidas e constantes, exigindo das empresas uma capacidade de se adaptar igualmente célere. Não à toa, a liderança na atualidade passa por conferir maior flexibilidade às equipes.

Para tanto, o trabalho de conscientização é fundamental. As pessoas precisam entender que um novo produto ou serviço podem — a qualquer momento — colocar em xeque as posições estabelecidas e fixar novas exigências.

6. Retenção de talentos

O líder é um dos fatores que inspiram as pessoas, sendo um importante vetor da retenção de talentos. Trata-se de uma ação fundamental para potencializar o desempenho da empresa e evitar o turnover.

Por isso, os planos de carreira precisam colocar pessoas capazes de influenciar nas posições de chefia. Afinal, os talentos serão sempre cobiçados pelos concorrentes e precisam de estímulos da liderança para permanecerem nas equipes.

7. Visão estratégica

A liderança na atualidade também exige a capacidade de ter visão estratégica. Independentemente do nível hierárquico, os líderes precisam compreender os pontos-chave para o sucesso da organização, bem como antecipar as consequências das atividades.

Nesse caso, uma ferramenta importante é a matriz SWOT. Trata-se de desenhar o quadro geral a partir das quatro questões a seguir.

  • Quais são as forças da equipe?
  • Quais são as fraquezas da equipe?
  • Quais são as suas oportunidades?
  • Quais são as suas ameaças?

Vale ressaltar que forças e fraquezas se referem às características da equipe; oportunidades e ameaças, por outro lado, ao cenário em que ela está inserida.

8. Alinhamento da equipe aos objetivos da empresa

Para concluir, é muito importante citarmos a dificuldade em alinhar a equipe aos objetivos da empresa. Em parte, esse problema ocorre por conta das gerações atuais, cada vez mais competitivas e individualistas. É preciso que o gestor entenda que a era em que os profissionais eram cegamente devotos da organização terminou e que hoje é preciso pensar que a relação é de via dupla entre empresa e colaborador.

Nesse sentido, os colaboradores devem ter uma perspectiva de crescimento na organização e, para isso, é fundamental desenvolver um plano de carreira. Um dos principais desafios, portanto, é fazer o profissional entender que o sucesso do negócio pode ser sinônimo do seu sucesso profissional.

Por isso, na atualidade, a liderança exerce uma função mediadora. Trata-se de tornar o negócio satisfatório para todas as partes interessadas, como fornecedores, clientes, colaboradores e sócios da empresa.

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